Seu corpo está BRILHANDO agora — mas você não consegue ver

Paulo Henrique Müller
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Pesquisadores conseguiram fotografar o fenômeno utilizando uma câmera CCD altamente sensível e observaram que a intensidade varia durante o dia, com pico no fim da tarde no experimento realizado. Essa emissão é aproximadamente 1.000 vezes mais fraca do que a sensibilidade dos nossos olhos e está relacionada a processos bioquímicos associados ao metabolismo. Portanto, não se trata de uma “aura” sobrenatural nem do calor infravermelho normalmente associado ao corpo humano. #Curiosidades #CorpoHumano #CiênciaBiologia #FatosCuriosos #Shorts